terça-feira, 19 de março de 2013

Ansiedade, essa malandra.


Ontem à noite, depois de perceber que a consulta foi adiada (foi adiada apenas 19 horas, mas adiada!), tentei manter-me calma...

Cheguei a casa e calmamente (c-a-l-m-a-m-e-n-t-e, C., c-a-l-m-a-m-e-n-t-e!) preparei o meu jantar.
[A propósito, alguém me podia ter avisado que comer passaria a ser um sacrifício?! Continuando...]

Tudo ok até aqui. Recebo a visita do meu pai (pai e mãe passam a ter papéis fulcrais nesta fase) e tudo continua controlado. Ele teria outro compromisso, mas foi ficando. Percebi porquê assim que P. chegou.

"A C. está muito em baixo", diz o pai em forma de queixinhas.

"Pois está, está", responde P.

[Podem parar de fingir que eu não estou aqui a ouvir essa conversa?!]

Ao mesmo tempo que tento dizer que continua tuuuuuuuuuudo bem, sou assaltada. Assaltada sim! As lágrimas tomam conta dos olhos, da cara toda! E quem é a culpada disto?! A ansiedade. Sim, essa mesmo! Faz com que andemos com o coração nas mãos, a senti-lo palpitar com toda a força.

Bah! Não gosto da ansiedade. É máááááááá!!!!!

E porque estava eu assim, não é?! Também não sei. Suponho que tenha sido por causa da consulta.

Mas é hoje. Hoje!

C.

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